Atalhos para o sucesso e para a lucratividade
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Atalhos para o Sucesso e para a Lucratividade

CLAUDIA KLEIN NO JORNAL DO COMMERCIO

 

Claudia Klein foi consultada para a produção da matéria “Atalho para o sucesso e para a lucratividade”, da edição do Jornal do Commercio do Rio de Janeiro. Confira abaixo o trecho e a matéria completa.

Sócia da Argumentare, que desenvolve programas de coaching, gestão de carreira e treinamento de gestores, Claudia Klein analisa que hoje a questão do ser criativo não é mais um diferencial das empresas, mas uma necessidade de negócios.

“Uma vez que os públicos são diversos, é preciso ser criativo”, ressalta.

Para ela, um dos grandes paradigmas contemporâneos é a criatividade versus a busca pela maior produtividade.

“É o desafio de tornar o funcionário criativo e, ao mesmo tempo, que ele traga resultado. Este é o dilema do mundo corporativo.”

A criatividade é a chave do sucesso no mundo empresarial e vem cada vez mais sendo exigida em empresas de todos os portes.

Organizações de sucesso na tém em sua raiz a inovação como meio para conquistar mercado. Especialistas em gestão de pessoas afirmam que uma equipe focada e criativa gera bons resultados. Segundo pesquisa da consultoria Gallup, ter funcionários criativos pode aumentar em 22% a lucratividade.

 

Como estimular a criatividade no dia a dia das organizações?

A consultora de gestão empresarial e coaching de executivos, Dayse Gomes, dá uma boa dica.

Segundo ela, ouvir os empregados sobre suas expectativas e apontar os caminhos para realização delas é uma boa recomendação.

“As empresas não são criativas, as pessoas é que são. Elas é que vão trazer o diferencial, chamar atenção e antecipar demandas. Isso é que vai trazer um diferencial no mercado”, avalia.

A especialista destaca que é preciso criar um ambiente favorável para o desenvolvimento do potencial de criação.

De acordo com Dayse, ações simples e práticas, como estimular profissionais a executar um novo trabalho ou projeto, é um caminho.

“líderes devem conceber uma estratégia que englobe múltiplos pontos que impactem em quanto um empregado se engaja com a companhia. É preciso espaço para o diálogo”, pontua.

Com essa liberdade de pensar e atuar, o engajamento naturalmente vai acontecer, diz a especialista. Construir um ambiente de criação faz com que o funcionário se sinta parte do contexto, pois enxerga que pode contribuir do seu jeito no desenvolvimento da empresa.

“Organizações que desfrutam do engajamento genuíno da sua força de trabalho transformam seu potencial humano em resultados sustentáveis.”

Com essa liberdade de pensar e atuar, o engajamento naturalmente vai acontecer, diz a especialista.

Construir um ambiente de criação faz com que o funcionário se sinta parte do contexto, pois enxerga que pode contribuir do seu jeito no desenvolvimento da empresa.

“Organizações que desfrutam do engajamento genuíno da sua força de trabalho transformam seu potencial humano em resultados sustentáveis.”

“Em pleno século 21, a consultora avalia que as empresas que não acompanharem esta mudança ficarão para trás.”

As empresas precisam ter uma linguagem diferenciada para falar e fazer com que diversos públicos e gerações se identifiquem com aquela marca ou serviço.

Dayse explica que, no meio empresarial, o termo criatividade ainda é visto como algo para poucos, mas que, na verdade, a capacidade de criar está na natureza de todos. A consultora avalia que muitas empresas ainda se questionam até que ponto um ambiente extremamente criativo pode ser prejudicial.

Ela também alerta que ser criativo não significa a ausência de processos.

“Até a criatividade deve ser, de certa forma, planejada. Por isso, as pessoas tem que estar acima de tudo engajadas com a proposta”, diz.

A sócia-fundadora da consultoria executiva Unique Group, Mexia Franco, destaca que se, no passado, o que imperava era o valor da padronização dos processos de trabalho e a utilização das novas tecnologias, agora a gestão está focada nas pessoas, como assimiladoras e criadoras do conhecimento que as organizações precisam para serem competitivas.

“O acesso a informação está disponível e fácil. A forma como será direcionado ou ui do, porém, é que vai fazer a diferença e pode significar para a empresa”, conta.

A Sócia da Argumentare que desenvolve programas de coaching, gestão de carreira e treinamento de gestores, Claudia Klein analisa que hoje a questão do ser criativo não é mais um diferencial das empresas, mas uma necessidade de negócios.

“Uma vez que os públicos são diversos, é preciso ser criativo”, ressalta.

Para ela, um dos grandes paradigmas contemporâneos é a criatividade versus a busca pela maior produtividade.

“É o desafio de tomar o funcionário criativo e, ao mesmo tempo, que ele traga resultado. Este é o dilema do mundo corporativo”

Sem Barreiras

Depois de investirem alto em tecnologia, as organizações agora se voltam para a valorização do capital intelectual de seus funcionários.

A multinacional L’ Oréal, por exemplo, promove programas que estimulam a troca de ideias dos funcionários.

O diretor de recursos humanos da empresa no Brasil, Marco Dalpozzo, afirma que a cultura empreendedora faz parte do DNA da companhia.

“Estamos em um ambiente propício para a criatividade, pois a empresa cresce com isso.”

 

Faz parte do nosso dia-dia promover este espírito de excelência e inovação?

Programas como o Beauty Shaker, criado em 2010, são citados pelo executivo como ações para incentivar o espírito inovador dos empregados e reconhecer, com prêmio em dinheiro, a excelência de suas ideias para o crescimento do negócio.

“Todos podem participar propondo ideias que são avaliadas por uma comissão específica. As melhores são premiadas”, explica.

De abrangência mundial, a iniciativa já teve 3,5 mil projetos inscritos nas sedes dos Estados Unidos, França, Reino Unido e, agora, no Brasil.

A versão local do Beauty Shaker Awards teve 882 inscrições, nas categorias Excelência e Inovação.

 

Internet

Empresários gaúchos também são exemplo de que a aposta em criatividade no modelo de gestão pode ser uma das alternativas para conquistar mercados.

Sócios-diretores do Zero Corretagem, portal voltado para a compra e venda de imóveis, Gustavo Rech e Cézar Rodrigues acreditam que se preocupar com o bem-estar dos funcionários é sinônimo de maior produtividade…

Segundo eles, a saída com custo baixo e que tem deixado os funcionários bem é a utilização da criatividade.

“Ela permite enxergar sob diversos ângulos. Na Zero Corretagem isso é medido a partir dos resultados alcançados”. explicam. Desde o nome da empresa, até mesmo as pausas para intervalo, tudo foi pensado para estimular a criatividade.

“Uma vez por semana, sempre às sextas- feiras, um funcionário fica encarregado de trazer um lanche da tarde, para integrar mais a equipe.”    

Vídeo – 5 DICAS HOMMEOFFICE para você LUCRAR!

Em linha com as dicas dos especialistas, a dupla de empresários dá voz aos seus funcionários e cada ideia criativa é contemplada com uma bonificação. “Chamamos de ‘minha ideia, meu final de semana feliz!’

Quem se destaca é contemplado com um final de semana no hotel fazenda em Gramado e ao término do mês, são convidados a sugerir novas ideias em relação à empresa, clientes, colaboradores e concorrentes”, explicam.

A decoração do ambiente de trabalho não foge à regra.

O Iocal é moderno e bem colorido. Outra curiosidade é que. exceto o banheiro, o escritório não tem portas nem barreiras físicas.

“Também criamos um espaço diferenciado para um descanso no meio da tarde. É o sócio criativo fundamental para fomentar ideias”. Para eles. a

receita para o sucesso é o investimento em criatividade na busca pela motivação e o bem-estar da equipe.

– Por Claúdia Klein.

 

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