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Queda da Bastilha: a insatisfação gera boas revoluções

Alguma coisa está te deixando triste? Então está na hora de mudar! O estado de insatisfação gera uma oportunidade de mudança para algo melhor. Todas as revoluções começaram assim: com um sentimento de tristeza, injustiça ou insatisfação. Deparar-se com situações difíceis faz parte da vida, mas continuar nessas situações é uma escolha de cada um.

No sábado, dia 14 de julho, por exemplo, os franceses comemoram a A Festa da Federação “Fête de la Fédération”, popularmente chamada de “Dia da Bastilha”, porque foi o dia em que aconteceu a Queda da Bastilha.

De acordo com o portal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por incrível que pareça, um dos fatos que resultou no início da Revolução Francesa, teve como um dos protagonistas o pão.

As revoltas populares em Paris e no interior da França começaram devido ao aumento do preço do pão e culminaram na Queda da Bastilha no dia 14 de julho de 1789, quando o povo saiu às ruas e invadiu a o lugar.

A Bastilha era uma prisão construída em 1370. No século XVII, tornou-se uma prisão para nobres ou letrados, adversários políticos, aqueles que se opunham ao governo ou mesmo à religião oficial. Este momento histórico foi muito importante, pois marcou o início da participação do povo na revolução, mostrando que o país se encontrava numa grave crise econômica.

Em homenagem a este fato que iniciou a Revolução Francesa, separamos alguns livros sobre Paris para quem quiser conhecer melhor a cidade e suas histórias! Confira:

Paris – Guia do turista brasileiro
A Revolução Francesa, os vinhos e queijos e a relação entre Paris e os brasileiros são alguns dos temas históricos e culturais tratados nos textos leves e espirituosos desses autores que moram na capital francesa e relatam cada bairro da cidade com suas principais atrações.

 

Paris: biografia de uma cidade
A obra apresenta um relato histórico abrangente, com curiosidades pouco conhecidas sobre o passado de Paris, além da história da cidade ao longo de seus dois mil anos.

 

 

Próxima estação, Paris
O ator e escritor francês Lorànt Deutsch nos mostra que, pelas ruas de Paris, existem tesoutros escondidos que ninguém imagina, e reúne suas descobertas em torno de algumas das mais conhecidas estações do metrô parisiense.

 

Paris Was Ours
Em 32 ensaios pessoais, os autores desta intimista coletânea de memórias de Paris descrevem como foram seduzidos pela cidade e como, a partir daí, começaram a ver o mundo de forma diferente.

 

A Rive Gauche – Escritores, artistas e políticos em Paris 1934-1953
O livro retrata a vida no bairro parisiense que ficou famoso pela geração de intelectuais que circulava por ali nos anos 1930 e 1940, uma época marcada pelas dificuldades da guerra, com a ocupação da França pelos alemães.

 

Paris – A festa continuou
Ancorado numa pesquisa rigorosa, o autor faz revelações sobre a ocupação da capital francesa pelos nazistas. Riding parece menos interessado em definir heróis e traidores do que em descrever a zona de sombra entre uns e outros, transmitindo de modo vívido a atmosfera instável daqueles anos.

 

La Parisienne
Um guia para viver na Paris dos parisienses. Com as dicas da ex-modelo Inès dde La Fressange, o leitor aprenderá a descorar, vestir, comer, andar e muito mais, tudo complementado pro citações, dicas de estilo e de atitudes para se adotar nesta cidade incrível.

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