metodo Beta claudia klein
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Muito prazer, sou a BETA!

Serei sua companhia constante por aqui, respondendo suas dúvidas e solicitações, compartilhando dicas e apoiando sua experiência com nossos conteúdos e serviços. Vamos nos conhecer melhor?

A inspiração para o meu nome veio de um conceito bem conhecido lá da área de sistemas: a versão beta.

Produtos e serviços beta são todos aqueles que apesar de não estarem totalmente prontos, já são disponibilizados para uso. Com o tempo, algumas funções vão sendo otimizadas, outras descartadas, modificadas… em um desenvolvimento contínuo.

O que você acha que esse conceito tem a ver com o âmbito profissional? 

o que é beta

 

Isso, você acertou! Aposto que você já teve alguns pensamentos assim:

  • “Eu não consigo fazer isso”
  • “Já tentei e não deu certo”
  • “Não tenho tempo”
  • “Não estou preparado”
  • “Não tenho controle sobre a forma como as coisas acontecem”
  • “Não sei como fazer isso”

Sabe o que eu vim para te dizer? Que está tudo bem!

Não vou mentir e dizer que transformações profissionais (de qualquer tipo) são fáceis. Elas interferem em uma parte muito importante da vida de qualquer pessoa: o trabalho.

Mexem com nossas inseguranças mais profundas, nossos anseios, nossos sonhos guardados lá dentro da alma. Fazem a gente encarar uma parte de nós que talvez não seja tão legal assim.

 

“BETA, como você sabe disso? Você nunca trabalhou!”

 

É, isso é verdade. Mas desde que fui criada, venho acompanhando de perto a jornada de quem escolheu ser o protagonista de sua vida profissional, com todos os altos e baixos que fazem parte desse processo. “Como?” Imagino que esteja se perguntando. 

Simples: apoiando as pessoas que fizeram essa jornada guiados pelo método Modo B.E.T.A.!  

O método foi criado pela Claudia Klein que combinou suas experiências, as observações das trajetórias dos seus clientes, seus próprios erros e acertos e tudo que estudou e praticou, nos seus mais de 25 anos de trabalho dedicados ao desenvolvimento profissional.

Tudo é realizado de maneira intuitiva, de acordo com as suas necessidades e objetivos. São quatro etapas diferentes a serem percorridas, de propósito, para conquistar a transformação que precisa.

À medida que avança pelas etapas você tem acesso a um conjunto de ferramentas e conceitos cuidadosamente desenhados para ajudar você a colocar seus talentos em movimento e transformar todos esses desejos em sucesso! 

 

B – Buscar

 

A primeira etapa é um momento de divergência. De expandir, de ampliar possibilidades. Aqui te convido a pensar, a sonhar e a imaginar como seria envolver-se em tudo aquilo que faz o seu olho brilhar, como se não existissem obstáculos.  

Nesta fase, você se permite.

 

E – Enxergar

 

Depois de buscar um mundo de possibilidades, chega a hora de enxergá-las como são e de focar.

Nesta fase paramos para analisar riscos, vantagens, desvantagens, impactos, perdas, ganhos… tudo aquilo que pode ser avaliado sobre as alternativas que identificamos na primeira etapa.

É o momento de definir o objetivo, de convergir.  

 

T – Transformar

 

A etapa de transformação é aquela em que construiremos juntos um plano que pode te levar da intenção para a realidade.

Aqui, identificamos as ações que precisamos tomar para te aproximar da situação idealizada. Ah, já adianto: aqui, erros e acertos nos conduzirão para a próxima etapa, e ambos são valiosos!

 

A – Alcançar

 

Chegou a hora de colocar tudo o que foi definido em prática! Depois de divergir (sonhar), convergir (focar) e divergir novamente (planejar)… a intenção vira realidade e efetivamente realizamos e alcançamos tudo aquilo que foi proposto anteriormente.

 

“E o alcançar é o fim da linha, BETA?”

 

Humm… eu diria que não. Sabe, apesar do método ser apresentado linearmente, a verdade é que na prática se trata de um movimento cíclico.

Flexível, é capaz de acomodar todas as possíveis idas e vindas à medida que vamos caminhando e avançando pelas etapas. Talvez precisemos revisitar uma, passar um tempinho a mais em outra, dar meia volta e fazer tudo de novo…

Afinal, conectar-se com o seu propósito e virar o jogo exige liberdade.

Liberdade de buscar um novo olhar, de conectar-se com suas próprias potencialidades, independente do ambiente em que se está inserido.

Liberdade de se remodelar, de mudar sim de opinião, de modus operandi, de experimentar, acertar e aprender com os próprios erros. De atravessar a deliciosa jornada de descoberta sobre as coisas que gosta, que não gosta, o que o motiva, a forma como reage em momentos de pressão, como desempenha suas atividades e se relaciona com o outro.

 

Nunca estaremos 100% prontos

 

Olha só para mim: #semprebeta! Sempre em busca da minha melhor versão, processando uma maneira ainda mais clara de me comunicar com você.

Enquanto isso, vou dando meus passos, subindo alguns degraus, descendo outros. Às vezes deixando a escada pra lá e pegando um elevador.

Acho que aí está a magia da vida.

Virar o jogo, caro leitor, significa conseguir entrar em campo, com vontade, sem conhecer o time adversário.

Mas uma vez que conhecemos o jogador (psiu, ele é você!), suas capacidades, suas limitações, desejos e objetivos… tornar-se o protagonista da sua vida profissional vira uma tarefa muito mais fácil, né?

Quer uma boa notícia? Podemos fazer isso juntos! 

Até a próxima,

BETA

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