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Networking sem vergonha

Networking sem vergonha

Fazer networking não precisa significar que você é uma pessoa interesseira.

Sorrisos falsos, diálogos engessados, roteiros previsíveis… Quando se fala em networking, o que observamos em nossos clientes é que a maioria segue um manual de instruções não declarado, convenções sociais que existem por estabelecimento e aceitação. Apesar de criticadas, essas regras pouco são alteradas ou burladas. Segue-se a máxima do “é assim mesmo” e poucos ousam tentar fazer diferente.

Em que time você está?

Sim, o networking sempre foi importante para a construção de uma carreira sólida e bem sucedida. Ainda é. Vai continuar sendo. Então, se temos essa certeza, por que devemos nos ater aquilo que já está pré-determinado em vez de inovar, buscar novas formas de iniciar e manter um relacionamento saudável com possíveis investidores, parceiros, fornecedores, clientes…?

Por causa desse engessamento, que faz tudo soar forçado demais, é comum que se sinta um mal estar. Isso porque não somos programados para fazer aproximação com outras pessoas tendo segundas intenções. Não gostamos de gente interesseira e muito menos de sermos nós a ir atrás de alguém tendo qualquer interesse além do social.

Como, então, superar isso para construir uma rede de relacionamentos sem traumas ou questionamentos morais? Há duas dicas simples.

A primeira é saber separar a vida pessoal da profissional. Se em casa você não tem vergonha de pedir que alguém sirva seu jantar ou lave sua roupa, por que deveria se sentir mal de pedir a um contato de negócios algum favor corporativo? É só ter noção de que há uma grande diferença entre pedir, por exemplo, que aquele palestrante que você conhece e gosta faça uma apresentação na sua empresa por um precinho camarada e querer que o serviço seja feito de graça.

A segunda dica pode até ajudar a aliviar a culpa: certifique-se de que as vantagens e benefícios sejam mútuos. Pense não apenas em como pessoas e empresas podem te ajudar, mas também no que você pode fazer por elas. Ser um “anjo da guarda” também é legal. Se você tiver como dar alguma forma de apoio a alguém que não tem nada a lhe oferecer no momento, pode apostar que, quando você precisar, essa pessoa ficará satisfeita em retribuir.

Use a lei da ação e reação de forma positiva. Se você fizer bem aos negócios alheios, vão querer fazer bem ao seu trabalho também.

Para descobrir como você pode melhorar a sua desenvoltura na hora de fazer networking, conheça nosso Programa Salada Corporativa de Coaching de Carreira. É só falar conosco para mais informações.

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