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O crachá que monitora as atividades

Imagem: Euro Brands India

Imagem: Euro Brands India

Já pensou se existisse um crachá que monitorasse as atividades dos funcionários de uma empresa, ajudando a calcular que tipos de comportamento aumentam ou diminuem a produtividade? Ele existe! Através de sensores, ele determina quanto tempo o colaborador passa em sua mesa, andando pelo escritório, em reuniões, interagindo com colegas… Cruzando todos esses dados é possível traçar estratégias para estimular a equipe a produzir mais.

Os estudos realizados em torno do tema contam com voluntários que usam o crachá por livre e espontânea vontade. Sua aceitação tem sido grande e permitido, graças aos resultados da monitoração, implementar mudanças que alavanquem o desempenho individual e coletivo.

As pesquisas têm indicado que os trabalhadores que mais produziam integram equipes muito unidas e frequentemente conversavam com outros colegas. Eles possuem uma característica conhecida como “centralidade” e aqueles que elevam esta qualidade em 10% podem ter aproximadamente o mesmo percentual de chance de ganhar uma promoção.

Já aqueles sedentários, que pouco saem de seus postos de trabalho ou se envolvem em debates e discussões com os demais funcionários, perdem cerca de 10% de sua produtividade e têm um chance de 5% de sair da empresa em três meses.

Entre as empresas participantes desta “fase beta” do crachá com sensores, algumas optaram, por exemplo, por criar intervalos todas as tardes para que os funcionários fizessem um lanche ou tomassem café, estimulando a interação.

Há, entretanto, o desafio para as empresas de respeitar a privacidade de seus colaboradores, ou seja, saber o limite da monitoração. Além disso, é preciso saber interpretar os dados fornecidos pelo sistema e como transformá-los em estratégias que beneficiem os trabalhadores e a corporação.

E você? O que acha dessa novidade?

Já pensou se essa moda pega no Brasil?

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